De personagem de meme para contratada da Globo

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Os memes não são apenas uma forma de se comunicar, como estão servindo para revelar vários talentos nas redes sociais. Foi isso o que aconteceu este ano com a jovem Alana Azevedo. Depois de publicar uma brincadeira no Twitter sobre ter sido cortada do Big Brother Brasil, ela foi convidada para dar uma entrevista e ganhou ainda mais popularidade.

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De personagem de meme para contratada da Globo

O resultado veio alguns meses depois. Azevedo, que é criadora da Globe (uma emissora fictícia) foi contratada pela Rede Globo. Mas ela não é a única que está ganhando notoriedade por causa dos conteúdos digitais. Os memes se tornaram o ouro do momento e, por isso, estão chamando tanto a atenção. A Betway, site de roleta online, fez um levantamento do porquê essas brincadeiras estão tão em alta. Veja só!

Pesquisa revela que memes viraram ideia milionária

Antes de conhecer o poder (milionário) dos memes é importante entender por que eles são tão populares. Para isso, basta analisar as razões pelas quais o público interage e compartilha esses conteúdos que têm o humor como foco.

Segundo este levantamento sobre memes da Betway, cerca de 85% dos brasileiros consomem memes na internet. Entre os motivos estão: serem engraçados (79%), ajudarem a expressar opiniões (51%), envolverem polêmicas (25%) e atraírem repercussão (21%).

Diante desse cenário, é compreensível que os conteúdos tenham ganhado tanto destaque. Como atualmente a internet ocupa o lugar que antes era da televisão, os assuntos do momento podem se tornar populares na rede – e fora dela. Ou seja, as pessoas podem falar dos conteúdos digitais que viram com amigos e familiares.

Aliás, existem conteúdos que se tornaram clássicos já e, por esse motivo, valem muito. Da mesma forma que a jovem Alana Azevedo, há memes que são valorizados e até estão sendo comercializados por isso – e por uma cifra alta que muitos nem imaginam.

É o chamado NFT (Tokens Não Fungíveis). Enquanto uma obra de arte é vendida de forma física, as “obras digitais” são comercializadas no formato de um registro único. Em outras palavras, quem compra um meme não adquire a imagem em uma moldura, mas um certificado de propriedade intelectual. A venda não é, portanto, do próprio bem, mas, sim, do que ele representa.

Engana-se quem pensa que isso parece distante ou que ninguém compraria uma brincadeira digital. De acordo com a pesquisa, já existe até uma memeconomia, ou seja, um mercado de memes. O Nyan Cat, por exemplo, que foi uma das primeiras imagens do tipo, foi comprado por US$ 590 mil. Já aquela imagem da menina em frente a uma casa incendiada recebeu US$ 473 mil.

Como se vê, a economia mudou bastante e, atualmente, várias oportunidades podem surgir por causa da internet. Até porque, se as pessoas estão tão presentes na rede, é de se imaginar que os conteúdos mais populares tenham um valor. No entanto, poucas pessoas imaginam que isso pode chegar a mais de US$ 500, como alguns memes que já foram vendidos.

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