Cunha diz que decisão do STF é ‘política’ e vai recorrer de suspensão




O mandato de Eduardo Cunha foi suspenso por unanimidade pelos ministros do Supremo Tribunal Federal quinta-feira (05). Para a imprensa, ele classificou a suspensão como “política”, fruto de suposta perseguição por ter aceito o processo de impeacment contra Dilma Rousseff.

Ele disse que conta com o afastamento de Dilma após votação no Senado dia 11 de maio, pois com isso ganharia força e voltaria ao posto. Ele também disse que não irá renunciar do mandato de deputado e nem da Presidência da Câmara.

Cunha afirma que é perseguido por Rodrigo Janot, que é autor da ação julgada pelo Plenário do STF. “É sabido que há uma desavença grande de contendas públicas entre eu e ele por diversos atos anormais”, disse ele. e acordo com ele, também é “estranho” isso ter sido julgado após o impeachment ter sido votado. “Uma intervenção clara e nítida no poder legislativo”, afirmou.

“É claro que estou sofrendo uma retaliação política pelo processo de impeachment. Em vários momentos eu enfrento a contestação do PT que gosta de companhia no banco dos réus. Óbvio que teria uma reação, que é mais do que esperada, para tentar me trazer ao banco dos réus”, disse Cunha.

Por fim, ele disse que “com a ajuda de Deus” a presidente será afastada quarta-feira e “isso vai acabar”, pois o país irá “se livrar da era do PT”.




Comentários estão fechados.