Relatório do Ministério da Fazenda revelou que o aumento do gasto público durante o governo Dilma Rousseff está ligado ao pagamento de subsídios, em sua maioria. Entre eles, estão as pedaladas fiscais, dinheiro para cobrir a redução na conta de energia de 2012 e desoneração na folha de pagamento das empresas.
Entre 2010 e 2015, as despesas cresceram de 3,3% para 5,3% do valor do PIB, de acordo com o relatório apresentado terça-feira (10). O pagamento atrasado das pedaladas fiscais representou quase metade do aumento. A forma que o governo se comportou em relação às contas públicas do país está entre os argumentos no processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O segundo tipo de despesas com maior crescimento foram as transferências de rendas às famílias, que teve aumento de 8,3% para 9,4% do PIB. São contadas aqui, quase em sua totalidade, despesas obrigatórias, como seguro desemprego e benefícios assistenciais e previdenciários.
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