A polícia encontrou o celular de Raí, um dos suspeitos de estar presente do estupro coletivo com mais de 30 homens no Rio de Janeiro. Nele, novas imagens foram encontradas e ajudam a polícia a identificar quantos homens estupraram a menina de 16 anos. O Fantástico exibiu parte do que foi descoberto pela polícia.
Raí, que está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, chegou a dizer que havia destruído o aparelho. As novas imagens fazem com que o crime seja totalmente comprovado.
“Já está provado o crime de estupro. O desafio da polícia é provar a extensão desse crime. Quantos autores e quem praticou esse crime”, explicou a delegada Cristiana Bento. Veja parte da conversa durante o estupro:
“Não o que, pô?,” pergunta um dos criminosos.
“Ai”, reclama a adolescente, com dor.
Como o estupro coletivo do Rio aconteceu
Até o momento, o trajeto traçado pela polícia foi de que a menor saiu de um baile funk com Raí, o jogador de futebol Lucas Perdomo, de 20 anos, e outra menina. Durante a festa eles usaram entorpecente e bebida alcoólica. Os quatro foram para uma casa no Morro do Barão.
Os três saíram deixando a vítima, ainda sob efeito de drogas, no local, sozinha. O traficante Moisés Camilo de Lucena a encontrou por volta de 11 horas. O homem, conhecido como Canário, a levou para a outra casa e teria sido o primeiro a estupra-la. Ele está foragido.
De acordo com a investigação, a menina de 16 anos foi estuprada pelo menos duas vezes, no sábado pela manhã e no domingo, à noite, mas acreditam que o número de participantes possa ser maior.
Raí, que está preso, chegou nesta casa com Raphael Duarte Belo, de 41 anos, e Jefinho. Eles abusaram da menor e fizeram vídeos e fotos.
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