PF deflagra mais uma fase da Operação Acrônimo

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Foi iniciada nesta quinta-feira (15) a 8ª fase da Operação Acrônimo. O objetivo, segundo investigadores, é recolher elementos para ajudar no esclarecimento da atuação de organização criminosa. Essa organização seria especializada em obter benefícios com o governo por meio de pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.

Estão sendo cumpridos vinte mandados policiais. Onze são conduções coercitivas e nove são mandados de busca e apreensão. Eles estão sendo cumpridos no Distrito Federal e nos Estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

A operação é focada em dois inquéritos policiais. Um deles é sobre pagamento de vantagens indevidas para fraudar licitações no Ministério da Saúde. O outro é sobre a interposição de empresa no momento de negociar e pagar vantagens indevidas a agente público para obter financiamento de projeto no exterior pelo BNDES. Os países são México, Cuba, Gana, Panamá, República Dominicana e Angola.

A Acrônimo investiga o esquema que envolve a liberação de empréstimos do BNDES em troca de propina para Fernando Pimentel. Na época que isso supostamente aconteceu, ele era ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio do governo Dilma Rousseff. Ele atualmente é governador de Minas Gerais. Na última terça-feira, houve mandados de condução coercitiva do empresário Felipe Torres. Ele é ligado à família de Pimentel. Também houve mandado contra Sebastião Dutra, da empresa Color Print. Ele teria emitido notas fiscais falsas para empresa que fez obras no restaurante e para campanha de Pimentel.

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