De acordo com a pesquisa Every Last Girl, da ONG internacional Save The Children, o Brasil é um dos piores países do mundo para meninas. Na América do Sul, o Brasil é o pior país para ser menina. O país apareceu na 102º posição dos 144 países pesquisados. Ele ficou atrás de todos vizinhos da América do Sul e também de outros países em desenvolvimento, como Gana, Timor Leste e Índia.
Para fazer o ranking, o estudo levou em conta problemas que comprometem o desenvolvimento e independência das meninas. São levados em conta casamento na infância e adolescência, mortalidade moderna, acesso à educação básica, casamento na infância e adolescência, gravidez precoce e representatividade feminina no parlamento.
O Brasil tem número elevado em todos estes problemas. Há ainda mais ênfase no baixo índice de conclusão do ensino médio e baixa representatividade na política. Estes indicadores criam barreiras para bem-estar, desenvolvimento socioeconômico e independência econômica das mulheres.
O baixo número de mulheres no parlamento na verdade é um problema comum entre todos os países do mundo, mesmo nos líderes do ranking. O ranking é liderado por Suécia, Finlândia, Noruega, Holanda, Bélgica e Dinamarca, respectivamente.
Para minimizar o problema, o estudo aponta que é necessário garantir mais oportunidades para as meninas de cada país, para assim diminuir a desigualdade.
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