Participantes contam do que mais se orgulham e arrependem no BBB 20
Na noite desta segunda-feira (20), Tiago Leifert conversou com os últimos cinco participantes do BBB 20 ao vivo.
Em vez de Jogo da Discórdia, o apresentador do BBB pediu para os participantes responderem as perguntas: “Qual é seu momento de maior orgulho no jogo, o que você olha pra trás e sente que foi a mulher ou o cara? E o momento que se arrepende e queria ter feito diferente?”.
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Veja abaixo as respostas dos cinco participantes.
Manu
O que tenho mais orgulho foi uma conversa que tive com o Babu no início, no segundo paredão. A gente tava muito frustrada com vários comentários e o Hadson não saiu [no paredão]. Eu fiquei muito assustada. Eu comecei a chorar muito lá fora e o Babu veio conversar comigo. Ele falou: “Eu acho que você tá lutando um pouco sozinha. Talvez só você esteja frustrada e borrando sua maquiagem”. E eu disse que ia continuar borrando minha maquiagem pelo que acredito.
Me arrependo de… nas últimas semanas, no último mês, as coisas ficaram bem tensas e eu não sabia muito como lidar. Foi quando eu deixei a pressão, medo e ansiedade subirem em minha cabeça. E eu acabei julgando muito. Podem ser verdade na minha percepção, mas talvez não precisava. Não me arrependo porque gosto de ter me posicionado.
Mari
No geral, em alguns momentos eu me perguntei muito e analisei meu jeito no jogo, forma de posicionar e atitudes. E analisei que fui eu o tempo inteiro e tenho orgulho disso, de saber lidar com meus problemas aqui dentro da forma que eu lidaria lá fora, conversando e ouvindo o lado do outro. Me orgulho disso, apesar de ter me perguntado se sou neutra, se me posiciono. No início eu levei uma pancada muito forte e, apesar de estar muito magoada, eu consegui perdoar. O perdão não é pra pessoa, é pra gente. No meio daquela loucura, consegui escutar o lado dos outros.
Me arrependo de algumas coisas. Uma delas foi no início, quando falei uma coisa super desnecessária e que não tem nada a ver comigo. Fiquei vários dias me julgando e sofrendo com aquilo. Fiquei muito triste.
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Babu
As coisas boas estão nos pequenos gestos. Eu entrei muito assustado e vi a Manu. Minha primeira impressão foi: “Oi, Manu”. No começo, quando uniu a casa, eu pensei em como conquistaria a galera jovem, sarada. Aí vi que a galera não sabia nem pegar no garfo direito. O Prior disse que gostava de batata frita, aí eu fiz batata frita e a reação dele foi muito bonita. Quando a Marcela disse que rabada é a melhor coisa do mundo. Esse momento com a Manu. Momentos com Gabi, quando ela foi Líder. O abraço com Prior depois da prova. Ele dizia que não chorava e chorou, só porque a gente conseguiu finalizar o Monstro. Isso me marca muito. Quando eu fui muito duro com a Mari, eu consegui colher algo dela.
Me arrependo de quando fui tentar argumentar com a Manu e não consegui colocar minhas ideias e em dado momento fiz uma provocação. Na divisão dos biscoitos. Não consegui me colocar e a gente acabou brigando. E ela e Victor Hugo me davam conversas bacanas, eles me ajudavam a exercitar o cérebro. E brigar com a Manu me deixou mal. De lá para cá foi uma alegria ter essa amiga que pensa igual a mim em tantas coisas. De algumas brigas também me arrependo. Outras, não.
Thelma
Foi muito marcante para mim quando você entrou no primeiro dia e falou: “Parabéns, vocês são os nove escolhidos”. Ali caiu minha ficha. Eu pensei que fui escolhida e ia ter a oportunidade de mostrar ao Brasil quem eu sou. Foi muito especial. E também todos os momentos que eu tive que resgatar minha capacidade de superação, quando ganhei a Prova do Anjo e depois ela foi refeita e o Guilherme ganhou. Eu consegui pensar que era mérito dele e não era para ser meu daquela vez. Todas as vezes que consegui ganhar alguma prova, principalmente aquela de 26 horas. Todas as vezes que eu tive que mostrar para mim mesma como sou forte foram momentos especiais.
Me arrependo de todas as vezes que eu tentei resolver as coisas no grito. Quando virei pra Flay e disse que se ela ia gritar, eu sabia gritar mais alto. E um momento que eu gritei aqui na sala e eu paguei a língua. Eu falei que esse povo fica gritando que é amigo, eu não acreditava. Eu pensava que meus amigos estão lá fora e não tinha essa de amizade. E de repente, olho para o lado e vejo uma colega de profissão, a Marcela, olho pro outro e vejo meninas [Rafa e Manu], que nunca imaginei conviver e tenho muito em comum, olho pro outro e tem o Babu que me identifico. Paguei com a língua.
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Rafa
Difícil conseguir pontuar. O primeiro ponto foi ter chegado até aqui, ter conseguido escancarar quem nós somos. Tenho muito orgulho de ter sido tão eu. Entrei mais introspectiva, tentando enxergar quem eram as pessoas que tinham verdades parecidas com as minhas. Me posicionei quando necessário. Me arrependo de alguns pontos, de como falei, mas não me arrependo de ter colocado para fora.
Gostaria de deletar minha briga com a Flay. Não que eu me arrependa de ter falado com o tom que ela sempre usou, mas porque não combina comigo. Eu tenho dificuldade de chegar e conversar. Eu espero, vejo fatos, até chegar no ponto de resolver. Naquele caso eu precisava colocar para fora e expressei de uma forma que [normalmente] expressaria diferente. Com a Mari também, falei que tava me sentindo constrangida por ter julgado tanto coisas tão vagas. São pontos que me arrependo, no mais só me orgulho.
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