Paulo Gustavo morre aos 42 anos, por complicações da covid-19

O ator Paulo Gustavo morreu nesta terça-feira (04), aos 42 anos, no Rio de Janeiro, por complicações da covid-19. Ele estava internado desde o dia 13 de março em hospital particular da capital fluminense. Uma semana após ser internado, ele foi transferido para Unidade de Terapia Intensiva (UTI).




O artista ficou em estado grave no hospital e foi tratado com ECMO, uma espécie de pulmão artificial. Nesta segunda-feira (03), o ator teve piora nos sinais vitais após sofrer embolia, que afetou seu sistema nervoso central. Foi divulgado boletim médico indicando que a situação clínica era “instável e de extrema gravidade”. Já na noite desta terça-feira (04), foi divulgado boletim médico falando que a situação de saúde de Paulo Gustavo se agravou e que o quadro ficou irreversível.

A confirmação da morte aconteceu pouco depois, por meio de comunicado oficial divulgado pela assessoria de imprensa do artista.

“Às 21:12h desta terça-feira (4), lamentavelmente o paciente Paulo Gustavo Monteiro faleceu, vítima da covid-19 e suas complicações. Em todos os momentos de sua internação, tanto o paciente quanto os seus familiares e amigos próximos tiveram condutas irretocáveis, transmitindo confiança na equipe médica e nos demais profissionais que participaram de seu tratamento. A equipe profissional que participou de seu tratamento está profundamente consternada e solidária ao sofrimento de todos”, disse a nota.

Paulo Gustavo nasceu no dia 30 de outubro de 1978, em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Ele começou a trabalhar no teatro. No ano de 2004, ele entrou no elenco da peça Surto. Em 2016, estreou a peça Minha Mãe é uma Peça. Com o sucesso, a peça virou filme.

O artista chegou a ser indicado ao Prêmio Shell na categoria de melhor ator, pelo monólogo em que dava vida a Dona Hermínia. Em 2011, ele virou apresentador do programa 220 Volts, exibido pelo Multishow. Em 2013, ele estreou o Vai Que Cola, da mesma emissora.




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