Até ser afastada pelo Congresso, apenas em 2016 Dilma Rousseff gastou R$ 4 milhões usando cartões corporativos, tudo pago pelo contribuinte brasileiro. Em média, os gastos da presidente afastada eram de R$ 32,5 mil por dia, e isso inclui fins de semana e feriados.
O seu governo gastou R$ 13,7 milhões em cartões durante os 123 dias deste ano. Valores de diárias chamam atenção; servidores e pessoas estranhas ao governo custaram um total de R$ 104,7 milhões apenas em 2016.
O povo brasileiro, entretanto, não pode saber detalhes sobre 90% dos gastos corporativos. Após o primeiro escândalo, o ex-presidente Lula impôs “segredo” aos gastos. Um dos gastos que são detalhados, também pagos pela população brasileira, são com seguranças dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula.
O uso de cartões corporativos durante o governo Dilma inclui restaurantes, aluguel de carros, passagens, hotéis de luxo, cabeleireiros e mais. As informações foram divulgadas no jornal Metro Brasília e o assunto se tornou um dos mais comentados do dia, com centenas de brasileiros indignados com os gastos da presidente afastada.
Agora, o presidente interino Michel Temer ouve apelos para diminuir esses privilégios. As sugestões são constantes para ele implantar uma espécie de “revolução” no setor público, eliminando custos altos como carros oficiais, apartamentos e casas funcionais, auxílio-paletó, “direito” a viajar em primeira classe em aviões, auxílio-residência e mais. Em países desenvolvidos, apenas os chefes de poder têm privilégios; o carro oficial é viatura policial, ambulância e caminhões de bombeiros.
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