Reginaldo Lopes, candidato do PT para a Prefeitura de Belo Horizonte, apresentou o seu primeiro programa eleitoral. Nele, o candidato petista pediu desculpas pelo “PT que errou, que participou de um esquema injusto e viciado de financiamento de campanha”.
A propaganda foi veiculada sexta-feira (26) e começou falando sobre “erros da humanidade”. “Mas, como a vida nos ensinou, errar é humano”, diz a propaganda. A peça também não mostrou nenhuma das grandes figuras nacionais do partido. O governador de Minas Gerais Fernando Pimental, a presidente afastada Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula não foram mostrados.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, o candidato petista tinha patrimônio de R$ 390 mil quando disputou eleição em 2010. Agora, em 2016, ele declarou ter R$ 607 mil.
Caso parecido foi o do deputado estadual João Leite, do PSDB. Sua apresentação foi feita sem falar do senador Aécio Neves, no seu partido. O deputado Rodrigo Pacheco, do PMDB, também dispensou participação de nomes de seu partido.
Um discurso muito presente na propaganda mineira foi de que o candidato “não é político”. Ou de que “faz parte de uma nova política”. Alexandre Kalil, do PHS, lançou o slogan “não vote em político, vote em Kalil”. Os deputados Luis Tibé e Marcelo Álvaro Antônio, do PT do B e PR, respectivamente, se definiram como contra “a velha política”.
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