Japinha é afastado do CPM 22 após ter conversa com menor vazada

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Japinha, baterista do CPM 22, foi afastado da banda. Vazou uma conversa do músico com uma menor de idade. Os prints são de uma conversa de 2012, quando ele tinha 38 anos, e uma fã do grupo, que na época tinha 16 anos.




“Após os últimos acontecimentos, decidimos pelo afastamento do nosso baterista, Ricardo Japinha, reafirmando nossa posição de não compactuar com atitudes desrespeitosas com quem quer que seja. A banda continua”, disse o CPM 22 em sua conta no Twitter.

Ontem, a banda havia postado que os membros foram “surpreendidos com postagens sobre o comportamento de um integrante” e que não compactuavam com atitudes desrespeitosas. Naquele momento, o nome de Japinha não foi citado.




O baterista confirmou a vericidade da conversa ao portal UOL e afirmou que não vê maldade no ocorrido. “Nunca cheguei a conhecer essa pessoa. Nem lembro dela, para ser sincero, mas a menina deveria ser bonita. A conversa não teve uma conotação maldosa. Nunca faltei com respeito com ninguém. Teve um clima de descontração, de combinarmos de nos encontrar. Fluiu de forma agradável”, disse Japinha.

Ele também afirmou que é comum mulheres casadas e menores de idade se aproximarem dele e outros membros da banda, mas que o contato sempre é evitado. “Já cheguei a pedir RG para fãs, muitas enganavam a idade. Você tem que ter esse discernimento porque corre o risco de se prejudicar. Por mais que haja consentimento, não é visto com bons olhos”, disse. “Mas o Marcelo Camelo começou a namorar a Mallu (Magalhães) quando ela tinha 15 anos. O Caetano é casado com uma mulher que era menor de idade quando se conheceram. Com consentimento, não há crime”.




O baterista disse também que a garota dos prints não o procurou após o vazamento. “Adoraria que essa menina voltasse a falar comigo. Se eu tivesse conversado cinco minutos com ela, nada disso teria acontecido. Infelizmente, ela preferiu divulgar prints”, disse ele. “”Não sei se foi para chamar atenção ou para ser maldosa. Eu nem brigaria com ela, só falaria a real: não precisava ter feito isso, não te assediei moralmente, você riu e disse que ia me procurar depois. Se tivesse rolado uma tentativa de sexo ou estupro, ela teria me processado lá atrás, não falado agora”.













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