Esportes eletrônicos: desafios, potencial e o crescimento econômico

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Um levantamento recente da firma de pesquisa com consumidores 2CV chegou à conclusão de que as apostas em e-Sports vai dobrar em 2020, atingindo a impressionante marca de US$14 bilhões em receitas no mundo inteiro.

Com as restrições de circulação, de aglomeração e da realização de práticas esportivas, o número pode muito bem se mostrar verdadeiro: as casas de apostas e cassinos do mundo inteiro estão investindo pesado para se adaptar à demanda crescente por alguma coisa para apostar – qualquer coisa, até mesmo esportes eletrônicos.

Embora os e-Sports façam a cabeça dos jovens e de alguns adultos já há alguns anos, foi preciso uma epidemia de nível mundial para que os operadores de jogos explorassem mercados de apostas que os envolvessem.

Curiosamente, antes disso os desenvolvedores de jogo já tinham encontrado um belo campo para ter recursos e inovar. Os cassinos online têm uma demanda de quase duas décadas de jogos para produtoras independentes como a nórdica NetEnt, por exemplo.

Caso você queira dar uma conferida nesses jogos, em sites como https://www.guia-cassino.com/casino/leovegas-casino/  é possível verificar se os operadores de jogos online são confiáveis, quais seus termos e condições. Esse é o tipo de ferramenta útil para entusiastas das apostas que dar seus palpites sem correr riscos.

O número de operadores explorando apostas de modalidades eletrônicas está crescendo vertiginosamente: essa é a “tábua de salvação” em tempos de pandemia de cassinos, casas de apostas, sites de draft imaginário – tanto os que operam exclusivamente online quanto os grandes complexos hoteleiros em dezenas de países.

Com a grande oferta de operadores no mercado, os jogadores precisam de respaldo legal para seus problemas e entidades que zelem pela lisura dos agentes de mercado num meio tão competitivo e tão propenso a manipulações.

Embora existam selos de certificação e auditorias privadas de sites de apostas, será que estamos próximos de um esforço global para garantir condições básicas para a satisfação dos clientes e o funcionamento do mercado?

Fronteira invisível entre jogos

Embora o número de cassinos online e casas de apostas cresça aos milhares anualmente, no mundo todo, são poucos os países habilitados a controlar devidamente a atividade desses operadores no mundo virtual.

Incrivelmente, menos de uma dezena de países se destacam como referência para operadores desse tipo de atividade. As comissões de jogos de Malta e da Inglaterra são as que emitem as principais licenças de certificação a operadores de jogos pelo planeta. Outros países, como Filipinas e Curaçao, também despontam como nomes menores nesse segmento, sem a mesma expressividade e o crédito dos dois outros países.

De olho no crescimento dos esportes eletrônicos como opção das casas de apostas, essas autoridades reguladoras e grandes operadores de cassinos e jogos têm estreitado laços com a Esports Integrity Commission (ESIC) – Comissão de Integridade nos e-Sports.

A Comissão foi fundada em 2015, como uma associação sem fins lucrativos. Ela tem como objetivo cercear os excessos da exploração dos e-Sports. Por ser uma atividade bastante recente, a exploração de aposta desses jogos ainda não tem muita regulação e pode levar a práticas e consequências deletérias: fraudes em resultados, manipulação de partidas e doping.

De fato, muitos estúdios de desenvolvedores de jogos não querem ver suas marcas associadas ao mundo dos jogos de azar ou do entretenimento adulto. Muitas das empresas coíbem as apostas feitas entre jogadores com itens dos jogos, como as apostas de skins no League of Legends: diante da especulação de valores de itens e armas virtuais, a desenvolvedora Riot modificou o funcionamento da troca de itens para frear essa prática.

Entretanto, é praticamente impossível manter esses mundos distantes, já que há interesse em acompanhar os jogos, fazer parte dos eventos e apostar se for o caso. Por isso será natural que um consenso entre os torneios, atletas e entidades ligadas às casas de apostas cheguem a acordos para transformar o meio em algo transparente e que traga recursos para todos os envolvidos, algo que já aconteceu em esportes e ligas mais tradicionais, como a NBA (Liga de Basquete Norte-Americana). Assim, quem já curte acompanhar pela internet, via streaming, os jogos, poderá apostar como faz hoje, mas tendo maiores garantias sobre a lisura e justiça dos jogos.

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