Bares e restaurantes podem funcionar até as 22h em São Paulo a partir de hoje

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A partir desta quinta-feira (06), bares e restaurantes que estiverem na fase amarela no Estado de São Paulo poderão ficar abertos até as 22h. A região deve estar na fase amarela há duas semanas. Por isso, o funcionamento de bares e restaurantes ficam permitido na capital paulista. A medida foi anunciada pelo governador João Doria (PSDB) durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (05).




De acordo com o governador, esses tipos de estabelecimentos poderão funcionar durante seis horas, escolhendo o horário de funcionamento. O período de funcionamento pode ser em turno único ou dois turnos de três horas cada um.

Os clientes dos estabelecimentos só poderão ser atendidos sentados e os locais devem ocupar no máximo 40% de sua capacidade. Não será permitido clientes em pé dentro dos locais.

Desde o dia 4 de julho, de acordo com o Plano São Paulo, restaurantes de cidades que estavam na fase amarela da pandemia podiam funcionar durante seis horas, com ocupação máxima de 40%, mas até às 17h.

O uso de máscara continua obrigatório, com exceção de quando os clientes estão consumindo bebidas e comidas. Além disso, o funcionamento desses estabelecimentos se limita a ambientes “arejados ou ao ar livre”, de acordo com Patrícia Ellen, secretária estadual de Desenvolvimento Econômico.

Capital fará projeto para mesas e cadeiras de bares nas calçadas

Bruno Covas, prefeito de São Paulo, afirmou que o decreto municipal previa o funcionamento até 22h para bares com áreas ao ar livre. O prefeito disse também que será feito decreto para autorizar início de obras de projeto piloto para que mesas e cadeiras em calçadas sejam permitidas. De acordo com ele, há dificuldade em manter o distanciamento social nas calçadas, já que na capital elas são “mais estreitas em sua média do que em outras grandes capitais europeias ou americanas”.

O projeto irá testar regras de ocupação das calçadas mantendo o distanciamento social e permitindo maior capacidade de atendimento dos estabelecimentos.




O projeto será testado primeiramente na região central: na Rua João Paulo Mantovan Freire; na Rua Bento Freitas, entre a Marquês de Itu e a Epitácio Pessoa; na Rua Major Sertório; e na Rua General Jardim, entre as ruas Araújo e Rego Freitas. De acordo com a Prefeitura, a área possui 32 estabelecimentos.

De acordo com o prefeito de SP, não será investido recurso público para os testes. Em vez disso, o IPTU desses estabelecimentos terá a cobrança suspendida. Ainda segundo Covas, se o teste não funcionar, a autorização pode ser revogada. Se funcionar, o objetivo é que o projeto seja levado para outras áreas de São Paulo. A estimativa é que a primeira fase seja concluída em até quatro semanas após o decreto.

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