Witzel é afastado do cargo de governador do RJ e Pastor Everaldo é preso

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No início desta sexta-feira (28), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que Wilson Witzel (PSC) seja afastado imediatamente do cargo de governador do Rio de Janeiro. O motivo é a suspeita de fraude em compras na área da saúde durante a pandemia do novo coronavírus.




A medida do STJ tem validade inicial de 180. O governador do RJ também foi denunciado pela procuradoria-geral da República (PGR).

O Pastor Everaldo, presidente nacional do PSC, partido de Witzel, foi preso nesta sexta-feira (28) após mandado expedido pelo STJ. Na próxima semana, ele era esperado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para depor para a Comissão Especial. A comissão apura irregularidades do Pastor Everaldo durante a pandemia do novo coronavírus.

Nesta sexta-feira (28), a Polícia Federal cumpre 17 mandados de prisão. Ao todo, são seis mandados preventivos e 11 temporários. Há ainda 72 mandados de busca e apreensão que serão cumpridos pela PF pela operação que recebeu o nome Tris in Idem. A operação é um desdobramento da Operação Placebo, que faz a investigação de corrupção em contratos públicos do Executivo do Rio de Janeiro.

André Ceciliano (PT), presidente da Alerj, também é alvo da operação Tris in Idem. A PF e o Ministério Público cumpriram mandados de busca e apreensão em uma de suas sedes. De acordo com o UOL, Ceciliano afirma que recebeu a operação com “tranquilidade”.

A PF cumpre mandados de busca e apreensão contra a primeira-dama Helena Witzel. Não há mandado de prisão contra o governador do RJ. Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, também é alvo da operação.

O vice-governador Cláudio Castro assume o cargo de governador do RJ, após o afastamento de Witzel.




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