Inter oferece curso EaD gratuito de Programação com certificado

O Inter, em parceria com a DIO, plataforma conhecida e especializada em educação em tecnologia, está com inscrições abertas para quem deseja concorrer a 1 das 7 mil bolsas de estudo do curso EaD gratuito de programação.



As inscrições para o curso EaD gratuito de programação podem ser realizadas até dia 11/11 na página do projeto Orange Tech +.

Público-alvo: pessoas que se identificam como negras ou mulheres.

O projeto visa ensinar do zero o desenvolvimento front-end e back-end e tem o propósito de preparar profissionais para as melhores vagas do mercado de tecnologia.

O bootcamp terá uma carga horária de 78 horas e oferecerá um conteúdo programático que aborda desde um onboarding introdutório e os princípios de desenvolvimento de software, até linguagens de programação, como JavaScript, HTML, CSS, Typescript e React.

As aulas remotas e as lives serão ministradas por experts e profissionais da área do dia 12 a 18/12.

Caminho Digital: 5,5 milhões de vagas para cursos gratuitos em TI

Como se inscrever no curso EaD gratuito de programação

As inscrições para o bootcamp podem ser realizadas até dia 11/11 na página do projeto Orange Tech +.

Etapas

  • Faça sua inscrição.
  • Participe das mentorias ao vivo e alavanque sua carreira.
  • Construa uma rede de contatos que poderá te ajudar nessa nova fase.
  • Aprenda e aprofunde seus conhecimentos em uma plataforma gamificada e colaborativa.
  • Pratique com desafios de código.
  • Construa seu portfólio com projeto práticos de mercado.
  • Conclua suas atividades e conquiste seu certificado.
  • Tenha chances reais de contratação.

Mais informações em: https://www.dio.me/bootcamp/orange-tech?ref=CG.

9 Comentários
  1. Oliveira Diz

    Por favor qdo colocaram esses anúncios já coloquem que se trata de público exclusivo, o curso não é oferecido por vocês eu sei, mas é racista pois pois exclui um público e um gênero, os de homens que não tem culpa de nascerem brancos de famílias pobres. Absurdo.

    1. Deividson Diz

      Concordo. Hoje em dia, em prol de uma causa eles acabam discriminando outras classes

    2. Kahbib Diz

      A canhotada não prega a ideologia de gênero? Use isso contra eles! Se você disser que se identifica como mulher, eles não podem te negar o direito de fazer o curso.

    3. Ivan Diz

      Sou homem cis, hétero e me sinto envergonhado de ver esses comentários de homens, seus b0st4s, se enxergem, honrem o que vocês tem de mais importante. Sempre fomos previlegiados, coloquem no Google que vocês vão achar outras empresas oferecendo cursos gratuitos, deixem as mulheres se qualificarem seus zeros!

  2. Aline Diz

    E se o curso fosse só para mães solo? Assim, as outras mães teriam que reinvindicar?
    Vagas para emprego, solicitando níveis de formações para o cargo outros teriam que reinvindicar dizendo que é racismo ou preconceito?
    Leiam a matéria, respeite o projeto, ou ao menos pergunte qual o objetivo do projeto incluir esse público.
    Se a empresa está oferecendo gratuitamente e para esse público tem um objetivo.
    Como tantos outros que acolhem só mães, só famílias de baixa renda… E por aí vai, não é pra vc, passe adiante.

  3. Angela Diz

    Parabéns pela lucidez!

  4. Kaká Diz

    Pfvr editores, eu entendo que faz parte do marketing nao dar TDS os detalhes no título e fazer o maior número de clicks por curiosidade, mas… Poderiam ao menos colocar nestes casos que são vagas exclusivas ou algum termo que encaixe essa exclusão de outros grupos, não crítico a ação de beneficiar mulheres deslocadas ou sem especialização etc, creio que o mundo da tecnologia precise exatamente mais de mulheres para trazer toda novidade e evolução que o lado feminino tem. Minha ressalva fica no ponto de exclusão de grupos iguais, seguindo da premissa que cotas raciais são separatistas, tornando-se diferentes ou exclusivos de alguma forma, o que não são, aos meus olhos sempre fui cm qualquer negro o que queriam que fossem cmg, nunca ofendi, tratei mal ou deixei que o fizessem, n pq via diferença em cor, mas pq eram família ou amigo, simples assim!

    Acredito que cotas não devem ver a pele e sim classe social, uma classe média ou alta consegue prover estudos e cursos de qualidade com suas carteiras, já um pobre independente da cor, já sofre com ensino ruim e para conseguir cursos é um sufoco, sem contar no superior. Devemos ajudar quem tem dificuldade, quem não teve oportunidade, independente de ser homem, mulher, negro, branco, hetero ou qualquer outro.

  5. Carolina Diz

    Força pra esse guerreiro homem branco !

    1. Ivan Diz

      Sou homem cis, hétero e me sinto envergonhado de ver esses comentários de homens, seus b0st4s, se enxergem, honrem o que vocês tem de mais importante. Sempre fomos previlegiados, coloquem no Google que vocês vão achar outras empresas oferecendo cursos gratuitos, deixem as mulheres se qualificarem seus zeros!

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