O ano de 2019 deve começar com grandes mudanças nos processos de inspeção. Pelo menos é isso que pretende fazer a futura ministra da Agricultura, Tereza Cristina, quando assumir o cargo.
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A ideia é acabar com a fiscalização diária feita por profissionais que atuam no governo, como no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Atualmente, as regras de vigilância sanitária dizem que o governo deve realizar a inspeção desde antes do abate de animais, até a produção de derivados. A ideia da nova ministra é acabar com isso e deixar que o próprio setor tenha “práticas de autocontrole”. As informações são do jornal Estado de São Paulo.
De acordo com a futura ministra, com o autocontrole que será estabelecido, garantir a qualidade do produto será responsabilidade do produtor, que terá que cumprir as regras. “A fiscalização do Ministério será uma auditoria feita de tempos em tempos. Se achar que não está bom, vai lá toda semana”, explicou.
Ainda de acordo com Tereza Cristina, como os profissionais do Ministério não trabalham aos finais de semana e não podem receber horas extras, a exigência de eles estarem presentes durante o processo de abate ou de produção de derivados prejudica o funcionamento dos frigoríficos. “Isso é o que esse governo novo quer implantar, onde puder. Cada um tem de tomar conta do seu pedaço, com responsabilidade”, declarou.
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