Jornalista registra ocorrência contra Marco Feliciano por assédio sexual

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A jornalista Patrícia Lélis registrou no último domingo (07) boletim de ocorrência contra Marco Feliciano. No B.O. registrado na Delegacia Especializada do Atendimento à Mulher, ela alega ter sido sexualmente assediada pelo deputado e pastor. O caso ganhou repercussão semana passada, pois supostas mensagens entre ela e o deputado no WhatsApp haviam vazado na internet.

Após o vazamento, a jornalista chegou a dizer que as imagens eram falsas e que Feliciano era um “homem bom”. Porém, dias depois um amigo da jornalista afirmou que ela ganhou R$ 20 mil para desmentir as imagens que vazaram.

Na última sexta-feira (05), Talma Bauer, chefe de gabinete de Feliciado, foi detido em São Paulo. Ele é acusado de coagir a jornalista com uma arma a gravar os vídeos desmentindo as acusações contra o deputado.

Defesa de Feliciano

Sábado (06), Feliciano gravou vídeo afirmando estar com “coração quebrado e machucado” e que toda a sua família está sofrendo, mas que mesmo assim não julgará a jornalista e a “perdoa”. “Embora eu espere que ela seja responsabilizada pela falsa comunicação do crime”, disse ele em vídeo.

De acordo com áudios que vazaram na imprensa, a jornalista Patrícia afirma que o deputado a convidou para sua casa para tratar de assuntos sobre uma CPI para investigar a UNE. Ao chegar lá, diz ela, não estava acontecendo reunião alguma da UNE. “Ele deu em cima de mim mesmo de uma forma assim descarada. Me levou a fazer coisas à força, que eu tenho prova disso. (…) Ele não me deixou sair, fez coisas à força. Eu tenho a mensagem para ele: ‘Feliciano, a minha boca ficou roxa’. Ele ri e diz: ‘Passa um batom por cima’. Eu tenho todas essas provas”, disse a jornalista.

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