Juliette fala sobre preconceito por ser nordestina: ‘Sei que a maioria das vezes é ignorância e explico’

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Na noite desta quarta-feira (26), Juliette Freire foi a convidada do “Saia Justa”, programa do GNT. O programa foi exibido ao vivo, diretamente do Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. A paraibana falou sobre como consegue lidar com o preconceito que às vezes lida por ser nordestina e se já tentou amenizar o sotaque por causa disso.




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“Nunca tentei disfarçá-lo (o sotaque). Como sou advogada, oratória é muito importante. A minha, dou uns desvios. Mas já ouvi para eu falar mais baixo, mais devagar, falar mais isso e aquilo. O sotaque eu faço questão de afirmar e levar. Quando vejo que tem alguém tentando me diminuir, eu faço questão de afirmar. De levantar o nariz e a cabeça. Eu falo muito sobre a minha história e afirmo muito minhas raízes, porque sei que a maioria das vezes é ignorância. É falta de conhecimento. Eu explico. Se a pessoa tiver boa vontade, ela vai se apaixonar. Agora se ela não tiver, aí só lamento. Vai perder muita coisa bonita”, declarou Juliette.

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A paraibana também contou sobre sua relação com a música e o que sentia nos momentos em que cantava no BBB 21. “Todas as vezes que eu cantava [no BBB] era quando eu ouvia minha alma. Eu cantava para silenciar todo o caos e escutar minha alma”, disse ela. “Eu não deixo me rotular. Sou tudo o que amo e faz sentido para mim. Seja música nordestina, funk, MPB, rock, sertanejo. Amo música, amo arte, amo essas coisas que me fazem feliz”, contou.

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